Ide às Nações

Pregando o Evangelho do Reino às nações

Olá, amados!!! Cheguei aqui em Bhubaneswar ao meio-dia de sexta-feira, após um vôo de duas horas de Mumbai. Tenho aproveitado o tempo em comunhão com Rivalver e família e com Rajesh e família. Meu quarto fica no andar do Rajesh, então divido meu tempo e as refeições entre as duas famílias. Todas as noites temos visitado as casas dos irmãos, onde compartilhamos a Palavra e depois jantamos. Após o jantar de sexta, Rivas e eu compartilhamos com Rajesh sobre a importância de muitas participações nos encontros, como escrito em 1 Co 14:26. O interessante foi que ele aplicou a orientação imediatamente, desde então em todos os encontros há orações, testemunhos, compartilham o que o Senhor falou com eles, com naturalidade.
Neste domingo, tivemos um mini-encontro geral aqui na garagem da casa do Rajesh (vide foto). Após o encontro, conversamos sobre batismo com um grupo de 6 indianos. Três deles tinham se decidido pelo batismo, mas não vieram no horário marcado. Talvez, devido ao evangelho que lhes foi pregado, muitos se consideram cristãos mesmo não sendo batizados e passam muitos anos assim. Charles Finny disse que só batiza alguém após ter plena certeza de que já deixaram todos os ídolos e já dão profundo testemunho. Na Índia há uma atmosfera de muita religiosidade e mistura de crenças; e o conhecimento do Senhor e do Reino é muito superficial.
Ontem, houve encontro com os líderes pra revisar a catequese e outra visita à casa de irmãos à noite. Não pude participar desses encontros, pois fiquei de cama o dia todo devido a algo que comi anteontem. O filho de Rivas, Lucas, também não está muito bem, cremos que pelo mesmo motivo. Hoje já estou melhor, mas preciso melhorar ainda. Orem por todos nós, por favor. Saúde, sono, apetite…tudo é irregular, especialmente pela família do Rivas que já está há quase 2 meses por aqui.
Orem também pelo Charles e toda a igreja em Gaya e Bodhgaya. Houve ataque terrorista lá e a rotina está toda mudado. Há uma tensão muito grande entre hindus e budistas, mas que também afetam os cristãos, pois não podem transitar livremente, muito menos, levando bíblias. Estamos em meio às festas do deus Ganesh e no mês que vem também haverá festas, os líderes hindus não querem manifestações não-hindus.
Jesus abençoe!!! Continuem na brecha!!!

Saulinho

Olá, amados!!! Cheguei aqui em Bhubaneswar ao meio-dia de sexta-feira, após um vôo de duas horas de Mumbai. Tenho aproveitado o tempo em comunhão com Rivalver e família e com Rajesh e família. Meu quarto fica no andar do Rajesh, então divido meu tempo e as refeições entre as duas famílias. Todas as noites temos visitado as casas dos irmãos, onde compartilhamos a Palavra e depois jantamos. Após o jantar de sexta, Rivas e eu compartilhamos com Rajesh sobre a importância de muitas participações nos encontros, como escrito em 1 Co 14:26. O interessante foi que ele aplicou a orientação imediatamente, desde então em todos os encontros há orações, testemunhos, compartilham o que o Senhor falou com eles, com naturalidade.
Neste domingo, tivemos um mini-encontro geral aqui na garagem da casa do Rajesh (vide foto). Após o encontro, conversamos sobre batismo com um grupo de 6 indianos. Três deles tinham se decidido pelo batismo, mas não vieram no horário marcado. Talvez, devido ao evangelho que lhes foi pregado, muitos se consideram cristãos mesmo não sendo batizados e passam muitos anos assim. Charles Finny disse que só batiza alguém após ter plena certeza de que já deixaram todos os ídolos e já dão profundo testemunho. Na Índia há uma atmosfera de muita religiosidade e mistura de crenças; e o conhecimento do Senhor e do Reino é muito superficial.
Ontem, houve encontro com os líderes pra revisar a catequese e outra visita à casa de irmãos à noite. Não pude participar desses encontros, pois fiquei de cama o dia todo devido a algo que comi anteontem. O filho de Rivas, Lucas, também não está muito bem, cremos que pelo mesmo motivo. Hoje já estou melhor, mas preciso melhorar ainda. Orem por todos nós, por favor. Saúde, sono, apetite…tudo é irregular, especialmente pela família do Rivas que já está há quase 2 meses por aqui.
Orem também pelo Charles e toda a igreja em Gaya e Bodhgaya. Houve ataque terrorista lá e a rotina está toda mudado. Há uma tensão muito grande entre hindus e budistas, mas que também afetam os cristãos, pois não podem transitar livremente, muito menos, levando bíblias. Estamos em meio às festas do deus Ganesh e no mês que vem também haverá festas, os líderes hindus não querem manifestações não-hindus.
Jesus abençoe!!! Continuem na brecha!!!

Saulinho

Notícias da Índia - 14/09/13

  Vou relatar a seguir os momentos vividos aqui na Índia nessa minha segunda vinda:

  Cheguei à Índia na noite de domingo (08/09) em Mumbai, que é a capital financeira (a São Paulo indiana). Fui recebido por Andrew e Eliane e fiquei em seu apartamento até a manhã de sexta (13). Conheci esse casal há dois anos quando ainda se observavam e oravam um pelo outro. Ele é indiano e ela, brasileira, e se casaram em julho do ano passado.
  Ambos são da JOCUM e ministram cursos de formação cristã. De setembro a novembro, eles ministrarão curso para Resgate de Crianças sob Risco. Eles ensinam como trabalhar com as comunidades para evangelizar e salvar a vida de crianças sem perspectiva de futuro: abandonadas, vendidas à prostituição, enfermas, filhos de drogados ou prostitutas, etc.
  Nesses dias, visitamos locais que trazem muita angústia ao coração. Fomos a um lar de assistência a pessoas aleijadas, dementes ou qualquer outra forma de deficiência, que foram abandonadas pelos pais ou parentes e foram resgatadas e cuidadas por voluntários. Esse Lar é a continuação do trabalho da famosa Madre Teresa de Calcutá. Eles cuidam em torno de umas 200 pessoas, entre crianças, adolescentes, adultos e idosos; todos com algum tipo de deficiência e separam por faixa etária e/ou sexo. Foi muito bom poder demonstrar carinho por pessoas tão carentes e, constrangedor também, pela qualidade de vida que desfrutamos e não valorizamos como deveríamos.
  Também visitamos a Red Light. Esse local é a famosa área de prostituição de Mumbai, onde as prostitutas ficam muito bem vestidas nas calçadas, aguardando os clientes, que entram com elas em tendas armadas dentro das lojas daquela rua. A intenção era conhecer essa realidade e interceder por elas enquanto caminhávamos. É uma experiência chocante, principalmente quando sabemos que elas são compradas de seus pais endividados no interior do país e exploradas desde muito jovens, sem qualquer perspectiva de mudança. Continuamos a orar, calados e perplexos, após o percurso, em um restaurante próximo.
  Outro ponto a destacar em Mumbai foi o relacionamento que desenvolvi com os alunos do curso mencionado acima. Eram cinco jovens alunos, cada um de uma região diferente e se comunicam em inglês, pois falam diferentes línguas:
  Aaron (do estado de Andha Pradesh), filho de pastor e o mais preparado dos alunos indianos; muito disponível em servir e amigo.
  Alok (Orissa), jovem simples, tímido e talentoso; faz desenhos e dança e mora em um cidade próxima de Bhubaneswar, onde estou.
  Kenei (Nagaland), moça simpática e agitada; mora em um estado cuja maioria é cristã (87%).
  Rose (Manipur), moça simpática e tímida que mora em Nova Déli; em seu estado, aproximadamente um quarto é cristão. Nos 2 primeiros estados, os cristãos não passam de 2%.
  Yandira (Santa Cruz de la Sierra, Bolívia), moça com testemunho incrível, filha de médica, trabalha com a população carente desde seus 14 anos. Resgata crianças, cuida de idosos, alimenta os favelados com a equipe de sua igreja, sendo a única mulher. Veio sozinha pra Índia para ficar 3 meses. Moça sensível e disposta na Obra, muito amável e amiga. Um grande exemplo.
  Orem por esses queridos para que sejam capacitados e, voltando aos seus lares, cumpram integralmente o chamado que têm no Senhor, sendo bênção e luz para seu país.
  Em Mumbai, tivemos uma agenda bem cheia com atividades de manhã até a noite, nos deslocando durante umas 5 ou 6 horas, em táxis, trens e ônibus inacreditavelmente velhos. Agora, aqui em Orissa, terei mais tempo para comunicar-me mais vezes e em menos tempo.
  Deus abençoe a todos! Orem por nós! Saudades…

Saulinho

Notícias da Índia - 14/09/13

Vou relatar a seguir os momentos vividos aqui na Índia nessa minha segunda vinda:

Cheguei à Índia na noite de domingo (08/09) em Mumbai, que é a capital financeira (a São Paulo indiana). Fui recebido por Andrew e Eliane e fiquei em seu apartamento até a manhã de sexta (13). Conheci esse casal há dois anos quando ainda se observavam e oravam um pelo outro. Ele é indiano e ela, brasileira, e se casaram em julho do ano passado.
Ambos são da JOCUM e ministram cursos de formação cristã. De setembro a novembro, eles ministrarão curso para Resgate de Crianças sob Risco. Eles ensinam como trabalhar com as comunidades para evangelizar e salvar a vida de crianças sem perspectiva de futuro: abandonadas, vendidas à prostituição, enfermas, filhos de drogados ou prostitutas, etc.
Nesses dias, visitamos locais que trazem muita angústia ao coração. Fomos a um lar de assistência a pessoas aleijadas, dementes ou qualquer outra forma de deficiência, que foram abandonadas pelos pais ou parentes e foram resgatadas e cuidadas por voluntários. Esse Lar é a continuação do trabalho da famosa Madre Teresa de Calcutá. Eles cuidam em torno de umas 200 pessoas, entre crianças, adolescentes, adultos e idosos; todos com algum tipo de deficiência e separam por faixa etária e/ou sexo. Foi muito bom poder demonstrar carinho por pessoas tão carentes e, constrangedor também, pela qualidade de vida que desfrutamos e não valorizamos como deveríamos.
Também visitamos a Red Light. Esse local é a famosa área de prostituição de Mumbai, onde as prostitutas ficam muito bem vestidas nas calçadas, aguardando os clientes, que entram com elas em tendas armadas dentro das lojas daquela rua. A intenção era conhecer essa realidade e interceder por elas enquanto caminhávamos. É uma experiência chocante, principalmente quando sabemos que elas são compradas de seus pais endividados no interior do país e exploradas desde muito jovens, sem qualquer perspectiva de mudança. Continuamos a orar, calados e perplexos, após o percurso, em um restaurante próximo.
Outro ponto a destacar em Mumbai foi o relacionamento que desenvolvi com os alunos do curso mencionado acima. Eram cinco jovens alunos, cada um de uma região diferente e se comunicam em inglês, pois falam diferentes línguas:
Aaron (do estado de Andha Pradesh), filho de pastor e o mais preparado dos alunos indianos; muito disponível em servir e amigo.
Alok (Orissa), jovem simples, tímido e talentoso; faz desenhos e dança e mora em um cidade próxima de Bhubaneswar, onde estou.
Kenei (Nagaland), moça simpática e agitada; mora em um estado cuja maioria é cristã (87%).
Rose (Manipur), moça simpática e tímida que mora em Nova Déli; em seu estado, aproximadamente um quarto é cristão. Nos 2 primeiros estados, os cristãos não passam de 2%.
Yandira (Santa Cruz de la Sierra, Bolívia), moça com testemunho incrível, filha de médica, trabalha com a população carente desde seus 14 anos. Resgata crianças, cuida de idosos, alimenta os favelados com a equipe de sua igreja, sendo a única mulher. Veio sozinha pra Índia para ficar 3 meses. Moça sensível e disposta na Obra, muito amável e amiga. Um grande exemplo.
Orem por esses queridos para que sejam capacitados e, voltando aos seus lares, cumpram integralmente o chamado que têm no Senhor, sendo bênção e luz para seu país.
Em Mumbai, tivemos uma agenda bem cheia com atividades de manhã até a noite, nos deslocando durante umas 5 ou 6 horas, em táxis, trens e ônibus inacreditavelmente velhos. Agora, aqui em Orissa, terei mais tempo para comunicar-me mais vezes e em menos tempo.
Deus abençoe a todos! Orem por nós! Saudades…

Saulinho

Olá, amados!!! Publico abaixo o e-mail que recebi do Samir, irmão de Rondonópolis-MT, que está com Zé Maria e outros sete irmãos em São Tomé e Príncipe para terem comunhão com a igreja local, que já são mais de vinte irmãos. Jesus abençoe!!!

Saulo

Obs.: acima temos uma foto do grupo caseiro.

"Olá irmãos, 

Quero-lhes relatar um pouco de como tem sido nossos dias aqui na África. Pesa sobre mim essa responsabilidade pois sei que muitos tem orado por mim, irmãos preciosos que se preocupam com a extensão do Reino de nosso Senhor Jesus Cristo.

Hoje estamos completando o segundo dia aqui na cidade de São Tomé (capital de São tome e Príncipe) aqui são 3 horas a mais que aí no Brasil. São Tomé é uma ilha tropical com aproximadamente 200.000 habitantes. Ex-Colônia portuguesa, a ilha tem como principal atividade econômica a pesca. O idioma predominante é o português. É impressionante a corrupção desse país, ouvimos os relatos dos irmãos e ficamos impressionados, a população é muito pobre, e o governo vende até as doações que são recebidas. O custo de vida aqui é muito alto, quase tudo é muito caro, menos mal que aqui a terra é fértil e pode-se encontrar frutas em qualquer lugar da mata.

O fato da pobreza ser tanta, torna as pessoas muito interesseiras, eles querem muita ajuda, de qualquer forma, por isso a obra aqui tem que ser feita com muito cuidado para não gerar apenas números e pouca qualidade. Até o dia de hoje não saímos para proclamar na rua ou em qualquer lugar, se sairmos com certeza conseguiremos 200 pessoa interessadas, mas poucas dispostas a renunciar a tudo. Na cultura aqui os homens se ajuntam com varias mulheres e isso também tem sido um grande impedimento.

Iremos proclamar para poucos, pedindo discernimento dos corações, os que Deus quiser salvar. Também tem que se considerar o fato de que tem apenas 2 casais que moram aqui (Eraildo e Elo, Bruno e Cinthia), esses irmãos cuidam de quase 30 vidas, o crescimento da igreja   tem que ser moderado e bem estruturado para formar discípulos alicerçados, e isso demanda tempo, ainda mais com poucos cooperadores. Por isso não podemos sair proclamar e juntar um monte de pessoas e deixar nas mãos desses irmãos pra eles cuidarem. 

Os irmãos nativos que conhecemos aqui até hoje foram poucos, (jonas, Gui, emidio, Juvenal, Carla, madi)Temos investido nos relacionamentos com esses irmãos, fortalecendo-os e animando-os. Jonas tem se mostrado um Discipulo com muita carga, Bruno tem investido nele para forma-lo um futuro presbítero que poderá ficar a frente da obra nesse lugar. E isso seria maravilhoso, pois um nativo na frente dessa obra teria muito mais condições de frutificar e cuidar dessas vidas. 

Eraildo e Elo não ficaram muito tempo aqui, por isso peço-lhes que orem por Bruno e Cinthia, eles ficaram e terão muito trabalho, orem por Jonas, por toda a igreja em São Tomé. Orem por Zé Maria que está dando cobertura e orem por mim, dependo inteiramente da graça de Jesus.

Somos igreja, os trabalhadores, somos os Pés do Senhor, somos suas mãos curando e abençoando, somos os
Seus olhos, somos sua boca, somos o corpo de Cristo, precisamos uns dos outros e eu preciso muito de vocês. Em breve mandarei mais noticias. Deus abençoe a todos, um grande abraço.

Amo vocês,

Samir”

Olá, amados!!! Publico abaixo o e-mail que recebi do Samir, irmão de Rondonópolis-MT, que está com Zé Maria e outros sete irmãos em São Tomé e Príncipe para terem comunhão com a igreja local, que já são mais de vinte irmãos. Jesus abençoe!!!

Saulo

Obs.: acima temos uma foto do grupo caseiro.

"Olá irmãos,

Quero-lhes relatar um pouco de como tem sido nossos dias aqui na África. Pesa sobre mim essa responsabilidade pois sei que muitos tem orado por mim, irmãos preciosos que se preocupam com a extensão do Reino de nosso Senhor Jesus Cristo.

Hoje estamos completando o segundo dia aqui na cidade de São Tomé (capital de São tome e Príncipe) aqui são 3 horas a mais que aí no Brasil. São Tomé é uma ilha tropical com aproximadamente 200.000 habitantes. Ex-Colônia portuguesa, a ilha tem como principal atividade econômica a pesca. O idioma predominante é o português. É impressionante a corrupção desse país, ouvimos os relatos dos irmãos e ficamos impressionados, a população é muito pobre, e o governo vende até as doações que são recebidas. O custo de vida aqui é muito alto, quase tudo é muito caro, menos mal que aqui a terra é fértil e pode-se encontrar frutas em qualquer lugar da mata.

O fato da pobreza ser tanta, torna as pessoas muito interesseiras, eles querem muita ajuda, de qualquer forma, por isso a obra aqui tem que ser feita com muito cuidado para não gerar apenas números e pouca qualidade. Até o dia de hoje não saímos para proclamar na rua ou em qualquer lugar, se sairmos com certeza conseguiremos 200 pessoa interessadas, mas poucas dispostas a renunciar a tudo. Na cultura aqui os homens se ajuntam com varias mulheres e isso também tem sido um grande impedimento.

Iremos proclamar para poucos, pedindo discernimento dos corações, os que Deus quiser salvar. Também tem que se considerar o fato de que tem apenas 2 casais que moram aqui (Eraildo e Elo, Bruno e Cinthia), esses irmãos cuidam de quase 30 vidas, o crescimento da igreja tem que ser moderado e bem estruturado para formar discípulos alicerçados, e isso demanda tempo, ainda mais com poucos cooperadores. Por isso não podemos sair proclamar e juntar um monte de pessoas e deixar nas mãos desses irmãos pra eles cuidarem.

Os irmãos nativos que conhecemos aqui até hoje foram poucos, (jonas, Gui, emidio, Juvenal, Carla, madi)Temos investido nos relacionamentos com esses irmãos, fortalecendo-os e animando-os. Jonas tem se mostrado um Discipulo com muita carga, Bruno tem investido nele para forma-lo um futuro presbítero que poderá ficar a frente da obra nesse lugar. E isso seria maravilhoso, pois um nativo na frente dessa obra teria muito mais condições de frutificar e cuidar dessas vidas.

Eraildo e Elo não ficaram muito tempo aqui, por isso peço-lhes que orem por Bruno e Cinthia, eles ficaram e terão muito trabalho, orem por Jonas, por toda a igreja em São Tomé. Orem por Zé Maria que está dando cobertura e orem por mim, dependo inteiramente da graça de Jesus.

Somos igreja, os trabalhadores, somos os Pés do Senhor, somos suas mãos curando e abençoando, somos os
Seus olhos, somos sua boca, somos o corpo de Cristo, precisamos uns dos outros e eu preciso muito de vocês. Em breve mandarei mais noticias. Deus abençoe a todos, um grande abraço.

Amo vocês,

Samir”

savillez:

Arão ou Mohamad? O que você é?
Mário Freitas, pastor e missionário

“Não tenho medo de morrer, tenho medo de desobedecer!”

E você? Qual tem sido a tua ação?

Este é uma mensagem forte que confronta e aconselho que escute toda. Pare, escute e medite. Obrigado Mário Roberto por ter compartilhado conosco esta palavra.

Obrigado Senhor por não desistir de nós e querer nos levar a muito adiante. Obrigado, Pai, pois você nos trata segundo as suas mui grandes misericórdias. Muito obrigado. Leva-nos em frente.

Via Mário Roberto Fagundes

O que o Senhor espera de um jovem?

Queridos, divulgo hoje o último vídeo publicado no canal do Stanley Jones, pastor brasileiro vinculado com Robson Oliveira, irmão do Zé Maria, e Daniel Ranjan, pastor indiano. Em 2011, começaram um trabalho de evangelização na parte norte do estado de Bihar, na outra margem do rio Ganges, onde só havia 5 cristãos até aquele momento. Eles têm o projeto de implantar igrejas nas 128 vilas daquela área. Boa parte do vídeo mostra o trabalho feito ao sul do Ganges, na região de Gaya e Bodhgaya, onde Célio e Shirley (que aparece tocando teclado) moraram e cooperaram com Charles Finney, além de vários irmãos que estiveram lá desde 2008, treinando líderes e dando suporte aos pastores.

Amados, publico nesta noite fotos da igreja em São Tomé e Príncipe, arquipélago na costa ocidental da África, que fala português e é o menor país africano. Há algum tempo, o Senhor colocou alguns pastores brasileiros em contato com irmãos de lá e, desde março, uma família brasileira se mudou para lá para viver e pregar o Evangelho do Reino naquela região. Bruno, que esteve comigo na Índia em 2011, foi com sua esposa Cynthia e seu filho Felipe para ficar por lá até quando o Senhor permitir. Em tão pouco tempo, os frutos já vêm sendo colhidos. Antes deles, havia um grupo de sete pessoas que mantinham contatos com os pastores brasileiros. Em menos de um mês, cinco vidas foram batizadas, aumentando para catorze irmãos vinculados, somando o casal, é claro; dobrando em número nesse tempo. Peço as orações dos irmãos pela família do Bruno por graça e sabedoria na proclamação e cuidado com os irmãos para o crescimento da Obra naquele lugar. Deus abençoe a todos!!!

Ser cristão na Eritreia:
Veja como sofrem nossos irmãos em Cristo em países da África e Ásia e perceba que não sabemos valorizar a liberdade nem o acesso que temos à Palavra da Verdade!!!

Onde está meu relógio?

  É com alegria que inicio este blog com uma mensagem tão significativa. Há meses tenho o desejo de compartilhar palavras, fotos, informações e tudo que o Senhor tem feito através da igreja, alcançando terras, povos e línguas que desconheciam a pessoa de Cristo e/ou o Evangelho do Reino de Deus ao qual pertencemos.

  Sabendo que precisava dar o primeiro passo, mas não sabendo como, o Espírito fez chegar a mim esse texto que caracteriza e ilustra nitidamente meu sentimento e desejo quanto às missões e quanto ao motivo do blog.

"Onde está meu relógio?

 … Missões?!! Este não era meu chamado e nem fazia parte do meu ministério. “Deus tinha dentro da Igreja pessoas específicas para se preocupar com isto”. Mas, eu me orgulhava do meu Ministério Profético. Como era bom, cruzar o Brasil e viver dentro das igrejas pregando a restauração do Corpo. Como era gratificante ver pessoas se quebrantando e recebendo um novo toque de Deus e uma revelação mais genuína dos caminhos de Jesus!

Outra coisa: no meu conceito, missão aos não evangelizados era uma questão de tempo. A Igreja precisava ter um grau de maturidade maior e ser primeiramente avivada para responder o mandamento do IDE. Mas, uma palavra incomodava-me: “Não dizeis vós que há quatro meses para a ceifa, eu, porém, vos digo: erguei vossos olhos e vede os campos, pois já branquejam para a ceifa” (Jo 4:35). Entretanto, eu só entendi isto numa destas minhas viagens a Itaparica-BA. Era bem jovem e o ano 1986.

Passeando com um amigo, pastor, por uma daquelas praias, fomos ao final da ponte de embarque e desembarque de pessoas que vão e vêem de Salvador em lanchas. Debruçado no parapeito da ponte, contemplando aquela água cristalina e de muitos peixes, meu amigo disse: “Robson, alguns dias atrás caiu aqui um menino com ataque de epilepsia. Seus companheiros gritaram por socorro. Um pescador que estava na praia correu para atender. Vendo aquele menino se debatendo na água, preparou-se para pular. Olhando para seu relógio desistiu de cair na água, dizendo que o mesmo não era a prova d´água. Num pedido dramático foi-lhe sugerido que então o tirasse. Com medo de ser roubado, recusou tirá-lo. Sustentando o relógio no pulso, ele via o menino sendo arremessado contra o pilar de sustentação da ponte. Boiando e não mais se debatendo, ele foi tirado da água sem vida.

Esta história foi tão chocante que me senti literalmente revoltado e irado. Eu disse ao meu amigo: “em qualquer lugar no mundo onde se aplica a justiça este homem seria culpado de homicídio doloso”. Disse-lhe perplexo: Como pode trocar uma vida por um relógio! Se ele não se arrepender deste pecado ele será conhecido no inferno como um covarde.

Vendo o impacto que aquilo causou em mim, meu amigo disse: “Eu o vejo todos os dias na praça, venha, vou mostrá-lo”. Preparando-me para dizer-lhe muitas coisas… ah…foi uma pena não tê-lo encontrado!

Sentado no mesmo banco que ele acostumava sentar-se, num misto de revolta e perplexidade, disse-me o Espírito Santo: “Tem motivo esta sua indignação por este homem? No meu interior ainda ouvi a voz de Deus me dizendo: “Eu posso ver neste momento milhares morrendo no mar do hinduísmo, no mar do Islamismo, budismo, na África e em muitas nações. Também tenho gritado por socorro para alguém pular nestes mares, e não tenho encontrado muitos. Qual a diferença daquele homem contigo? Como você o vê assim também lhe vejo. Qual é o relógio que tem lhe impedido de pular nestas águas? Onde estão seus valores, suas prioridades, segurança e sonhos? Entrega-me seu ministério, seu sucesso nesta vida, sua família e sua própria vida, para que eu possa usá-la, como uma corda, tirando muitos que ainda estão vivos no vale da morte.

Naquele dia entreguei ao Senhor “meu relógio e minha cadeira cativa”.

Meu público seria os povos, tribos e nações que ainda não tiveram a oportunidade de conhecer o Salvador e meu púlpito seria muito longe das assembleias dos santos. Resolvi trocar meus sapatos lustrados por sandálias empoeiradas; meu terno e gravata de seda, por roupas com pinções. Desde então, pela graça de Deus, muitos destes afogados tem sido resgatados.

Qual é o seu relógio?”

Robson Oliveira

P.S: artigo tirado da página de missões do site da Igreja Batista da Lagoinha (p. 104)

 

  No amor do Senhor!